Enquanto aguarda a resposta sobre o pedido de liberação na Justiça do Trabalho, Dedé não pode estrear pelo Cruzeiro. O presidente da Ferj, Rubens, Lopes, confirmou que, por enquanto, a entidade acata o mandado de segurança obtido pela Fazenda Nacional.
- Existe um impedimento judicial para que o Dedé seja transferido para qualquer lugar. Se o Vasco está devendo a alguém, a pessoa não pode ficar sem trabalhar por conta de uma dívida do outro. Penso que o Vasco deve conseguir reverter a situação - disse o dirigente à Rádio Brasil.
Hoje, o clube tem cerca de R$ 20 milhões penhorados, que servem de abatimento da dívida de R$ 50 milhões. Na venda de Dedé, a Fazenda entrou com mandado de segurança para receber parte do dinheiro da transação. O Vasco argumenta que já gastou toda a verba depositada pelo Cruzeiro na semana passada.
- Recebemos os recursos à vista e já os utilizamos integralmente para o pagamento de salários atrasados, encargos trabalhistas e outras das muitas dívidas do clube. O caso está com o departamento jurídico do Vasco, mas, sinceramente, não sei mais o que pode ser feito - afirmou o diretor geral do clube, Cristiano Koehler, ao tomar conhecimento do mandado de segurança conseguido pela Fazenda.
Fonte: GloboEsporte.com


